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DÚVIDAS

Sair do Silêncio

A importância de utilizar o Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) antes da indicação do Implante Coclear (IC).

O implante coclear (IC) é um dispositivo eletrônico indicado para indivíduos com perda de audição do tipo sensorioneural de grau severo/profundo nas duas orelhas. Este é composto por uma parte interna inserida cirurgicamente dentro da orelha interna e uma parte externa usada atrás da orelha.

Anteriormente disponível apenas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou no serviço particular, no início deste ano, o IC foi aprovado como procedimento para os convênios médicos no Brasil, aumentando a procura por esse dispositivo. Faz-se importante considerar, porém, os critérios para sua indicação em crianças, adultos e idosos, sendo que esta indicação é dada por uma equipe de profissionais composta pelo médico otorrinolaringologista, fonoaudiólogo, psicólogo e assistente social.

No caso de adultos e idosos, um dos critérios determinantes envolve a avaliação da ausência ou limitação de benefício com o uso do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) ou próteses auditivas convencionais. Esta avaliação abrange testes audiológicos, testes de percepção de fala e o relato do usuário da sua experiência nos diversos ambientes de escuta e comunicação.

Algumas das vantagens no uso da prótese auditiva é que ela não é invasiva, ou seja, não necessita de nenhum procedimento cirúrgico para ser adaptada; tem uma manutenção mais barata quando comparada ao IC; também permite a estimulação de todo sistema auditivo e promove a preservação do resíduo auditivo do usuário.

As próteses auditivas estão em constante avanço tecnológico e possuem características específicas para atender cada perfil de paciente, estando disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), bem como no serviço particular. É importante enfatizar que para melhor aproveitamento daquelas vantagens, além da adaptação das próteses auditivas, a reabilitação é essencial, por meio da terapia fonoaudiológica especializada.

Inúmeras pesquisas científicas comprovam que independente do dispositivo escolhido para o paciente com a deficiência auditiva severa/profunda, o ponto principal reside em sair do silêncio e redescobrir o mundo sonoro. Voltar a ouvir melhora a qualidade de vida nas relações familiares, sociais e ocupacionais, promovendo uma comunicação mais efetiva nas várias situações de vida diária.

Fonte: Revista Experientes, nº 10, Julho 2013.

Como o zumbido pode afetar a qualidade de vida

Classificado como um dos sintomas da perda auditiva, o zumbido pode causar insônia e estresse.

Som constante do canto de uma cigarra, do apito de uma panela de pressão, barulho do chuveiro, cachoeira, insetos em geral, etc. É assim que as pessoas que sofrem com zumbido no ouvido descrevem o som que ouvem diariamente, cada uma de uma forma diferente. Trata-se de um barulho que está sempre lá – que até pode passar despercebido às vezes, mas que em outras ocasiões chega a ser enlouquecedor, principalmente quando o indivíduo encontra-se em algum ambiente silencioso.

Classificado como um dos sintomas da perda auditiva, o zumbido atinge cerca de 17% da população mundial, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, o que corresponde a cerca de 278 milhões de pessoas, – só no Brasil, o problema atinge cerca de 28 milhões de indivíduos. A maioria dos pacientes que sofre com o zumbido se referem a ele apenas como um incômodo. Porém, existem aqueles que relatam casos de real sofrimento, que pode acarretar em depressão, insônia, e consequentemente, afetar a qualidade de vida e prejudicar a capacidade de executar atividades rotineiras como trabalhar ou estudar.

“Estimativas revelam que em 80% dos casos o zumbido é bloqueado pelo cérebro e o indivíduo não sente incômodo. Porém, em cerca de 15% dos casos, os pacientes sentem indisposições com o zumbido e 5% dos indivíduos têm o chamado ‘zumbido incapacitante’, que compromete a vida profissional, social e a saúde”, aponta a Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães, Otorrinolaringologista e Otoneurologista de Curitiba, PR.

A especialista explica que o zumbido é percebido de maneira subjetiva e individual, ou seja, cada indivíduo o sente de uma forma diferente, por isso, os tratamentos nem sempre são iguais. “É preciso avaliar a (ou as) causa(s), o grau do zumbido, o tempo que ele existe etc. São tudo questões que podem interferir no tratamento – e o paciente precisa entender isso e não ficar impaciente”, comenta.

Rita lembra que nove em cada dez pacientes que sofrem com zumbido possuem perda auditiva, “mas vale sempre lembrar que o zumbido não causa surdez, mas a surdez pode provocar zumbido”, diz. Envelhecimento, exposição a ruídos, medicamentos, doenças e até traumas cranianos podem causar alguma lesão na estrutura do ouvido, que podem acarretar na perda de audição e, então no zumbido.

Mas esse sintoma também pode ter suas razões no emocional. Depressão, estresse, frustração, nervosismo, etc., podem causar o problema. “É possível explicar isso de forma clara em situações de muito estresse ou ansiedade ocorrem mudanças bioquímicas cerebrais que intensificam a percepção sonora.

Alguns indivíduos podem exagerar nos apertamentos da musculatura mastigatória (como o bruxismo), que causam a compressão de áreas vascularizadas próximas aos ouvidos, e os sinais enviados ao cérebro são interpretados como zumbido”, explica Rita.

Dessa forma, o zumbido, além de precisar de calma para ser tratado – tanto pelo paciente quanto pelos médicos, já que pode ser necessário uma equipe interdisciplinar para descobrir e tratar o problema, – muitas vezes “tira o paciente do sério”, e afeta a sua vida de forma mais impactante do que deveria, tirando as suas horas de sono e sua qualidade de vida. “Associado ao tratamento é preciso tirar o foco do zumbido. Ele não pode ser o foco da vida de ninguém. É preciso fazer o que se gosta, deixar de lado esse ‘barulhinho’, pôr ele em seu lugar. Ele não pode tomar conta de sua vida”, conclui Rita.

Fonte: Cinemaspoke

Deficiência auditiva: Conheça as causas, sintomas e tratamentos de surdez

Uma limitação que atinge a audição. Mas o que é a deficiência auditiva? Como tratá-la? Ou, até mesmo, como evitá-la?

Algumas prerrogativas giram em torno desta deficiência, caracterizada pela perda ou diminuição na capacidade de ouvir os sons, e ocasionada por qualquer problema que ocorra em alguma das partes do ouvido, como malformação (causa genética) ou uma lesão nas estruturas que compõem o aparelho auditivo.

Há vários níveis de deficiência auditiva, que vão desde a moderada, com uma perda relativa, a graus mais avançados, como na perda auditiva severa e profunda. Segundo a otorrinolaringologista Rita de Cássia Guimarães, entre as várias deficiências como condutiva, mista ou neurossensorial.

A deficiência condutiva é causada por um problema localizado no ouvido externo. Nesses casos, a perda pode ser reversível e não precisa de tratamento com aparelhos auditivos. A neurossensorial ocorre quando acontece uma lesão no ouvido interno, e nela, não há problemas na condução do som, mas sim uma diminuição na capacidade de percebê-lo. Ela faz com que as pessoas escutem menos e tenham maior dificuldade de compreender as diferenças entre os sons. Já a deficiência auditiva mista acontece quando há ambas perdas auditivas na mesma pesso a condutiva e a neurossensorial.

Contudo, de leve à severa, a perda da audição pode ser resolvida com aparelhos auditivos para a amplificação dos sons, conforme a necessidade do paciente. “Na surdez profunda, os aparelhos podem ajudar em até 80% dos casos. Nos demais, é indicado o implante coclear, desde que o paciente atenda aos requisitos psicológicos, clínicos e audiológicos”, explica Rita de Cássia.

As causas que levam à deficiência auditiva são várias como infecções, exposição a ruídos intensos, o envelhecimento fisiológico da audição e a surdez congênita, por exemplo. Algumas doenças, como a varíola, a toxoplasmose ou a rubéola, e certos medicamentos tomados pela mãe durante a gravidez podem causar uma diminuição auditiva no bebê.

Porém, há formas de se evitar os problemas auditivos, mas uma vez constatada a deficiência, deve-se buscar a ajuda de um especialista em otorrinolaringologia e em audiologia para realizar um teste auditivo e outros exames médicos para localizar a deficiência e então tratá-la.

Mas quando se tem a perda total da audição, é preciso disponibilizar para o indivíduo novas formas para se comunicar. O uso mais frequente de comunicação para pessoas com surdez é a Língua de Sinais, no Brasil chamada de Libras. Por meio de sinais, ouvintes e pessoas com deficiência auditiva podem manter a comunicação sem prejudicar o convívio social.

Fonte: Revista Incluir nº 23, ano 2013.

Que cuidados devo ter com meu aparelho auditivo?

Ao manipular cuidadosamente seus aparelhos auditivos, você os manterá funcionando por muitos anos e reduzirá as chances de enfrentar problemas no uso diário. Aparelhos auditivos são robustos – mas não resistem ao uso inadequado.

Veja abaixo algumas dicas de manutenção:

  1. Proteja seu aparelho auditivo de sujeira. Certifique-se sempre que seus dedos estejam limpos e secos antes de tocar em seus aparelhos auditivos. A entrada do microfone é muito pequena e pode ser obstruída se for manipulada incorretamente.
  2. Evite impactos. Evite derrubar seu aparelho auditivo sobre superfícies duras. Isto pode ocorrer enquanto você limpa ou troca a pilha. Seja cuidadoso ao inserir ou remover seu aparelho auditivo.
  3. Não exponha seu aparelho auditivo a altas temperaturas. Não o exponha ao calor. Proteja-o da luz solar (em casa ou no carro) e não o deixe próximo a aquecedores.
  4. Proteja seu aparelho auditivo de umidade. Remova-o antes de tomar banho ou nadar. Devido à umidade, não o deixe no banheiro. Ocasionalmente, limpe-o antes de inseri-lo.Umidade e condensação podem danificar a parte elétrica de seu aparelho auditivo. Recomendamos que você remova a pilha durante a noite e deixe seu compartimento aberto. Você pode usar sistemas especiais de secagem que seu profissional de saúde auditiva disponibiliza.
  5. Mantenha seu aparelho auditivo fora do alcance de crianças e animais domésticos. Aparelhos auditivos ligados jogados pela casa produzem sons que irritam cães. Por isso, há casos em que os cães engoliram os aparelhos auditivos.
  6. Evite o contato com fixadores para cabelo ou maquiagem. As partículas do fixador ou pó da maquiagem podem entupir a entrada do microfone ou travar o botão de controle de volume. Remova seu aparelho auditivo antes de aplicar produtos corporais ou cosméticos.
  7. Limpeza. Limpe cuidadosamente seu aparelho auditivo com um pano macio seco. Álcool, solventes ou produtos de limpeza podem danificá-lo.
  8. Higiene do ouvido. Faça sempre a higiene adequada do seu ouvido. Para que seus aparelhos auditivos ofereçam melhor desempenho, seus ouvidos devem estar livres de cera ou resíduos, por exemplo, pele seca ou infecções, e o mesmo se aplica aos fones dos retro auriculares. Você pode obter produtos para manter os ouvidos e os fones limpos com seu profissional de saúde auditiva. Eles examinarão seus ouvidos e aparelhos auditivos por completo, procurando obstruções causadas por cera ou resíduos e vão verificar se seus aparelhos auditivos estão funcionando corretamente.
  9. Guarde seus aparelhos auditivos em local seguro. Quando você não está usando seus aparelhos auditivos, envolva-os no pano seco. Sempre transporte seus aparelhos auditivos no estojo de transporte. Remova as pilhas caso você não vá usá-los por muito tempo.
  10. Só efetue reparos em especialistas. Chaves de fenda e óleo danificam aparelhos auditivos. Em contato com a parte elétrica, ou micro-mecânica, podem ocorrer danos irreparáveis.
Como limpar e cuidar corretamente de meu aparelho intracanal?
  1. Seu profissional de saúde auditiva vai lhe dar informações detalhadas sobre como limpar seus aparelhos auditivos e pode recomendar-lhe a linha de Limpeza e Cuidado.
  2. Água e solventes podem danificar os componentes eletrônicos. Após removê-los, limpe os aparelhos com um pano macio seco. (se seu aparelhos auditivo tiver contato com água ou solventes, limpe-os imediatamente com um pano macio seco).
  3. Verifique diariamente se há cera ou umidade em seu aparelho auditivo ou fone, e limpe-os se necessário. Para fazer isso, use a escova especial. Sempre limpe os aparelhos de cima para baixo para evitar que partículas de pó ou cera entrem no aparelho auditivo.
  4. Se o volume do aparelho auditivo está mais baixo, o filtro de cera pode estar obstruído. Substitua o filtro ou procure seu profissional de saúde auditiva.
Informações importantes sobre modelos intracanal

Por ter a parte eletrônica embutida no fone, modelos intracanal são particularmente suscetíveis a danos causados por cera, umidade e sujeira.

Como limpar e cuidar corretamente de meus aparelhos retroauriculares
  1. Seu profissional de saúde auditiva vai lhe dar informações detalhadas sobre como limpar seus aparelhos auditivos e pode recomendar-lhe a linha de Limpeza e Cuidado.
  2. Água e solventes podem danificar os componentes eletrônicos. Após removê-los, limpe os aparelhos com um pano macio seco. (se seu aparelhos auditivo tiver contato com água ou solventes, limpe-os imediatamente com um pano macio seco).
  3. Verifique diariamente se há cera ou umidade em seu aparelho auditivo ou fone, e limpe-os se necessário. Para fazer isso, use a escova especial. Sempre limpe os aparelhos de cima para baixo para evitar que partículas de pó ou cera entrem no aparelho auditivo.
  4. Se o volume do aparelho auditivo está mais baixo, o filtro de cera pode estar obstruído. Substitua o filtro ou procure seu profissional de saúde auditiva.
O que fazer quando o volume do meu aparelho auditivo parece mais baixo que o normal/ou sem som?

Primeiro verifique se o controle de volume está funcionando, e se é possível aumentar seu volume. Para fazer isso, ponha o aparelho auditivo em sua mão e feche-a. o aparelho auditivo deve emitir um chiado. Verifique o tubo auditivo e o fone para ver se há cera ou umidade e limpe-os se necessário. Verifique se a pilha foi inserida corretamente. Se não houver melhora, substitua a pilha. Se o problema persistir, procure seu profissional de saúde auditiva.

O que devo fazer se a pilha descarrega muito rapidamente?

Insira uma nova pilha e anote exatamente quando tempo ela dura. Então procure seu profissional de saúde auditiva para que ele lhe ajude.

Por quanto tempo posso guardar minhas pilhas? Elas descarregam em algum momento?

As pilhas dos atuais aparelhos auditivos funcionam a base de zinco e oxigênio. Por isso você sempre vai encontrar um adesivo colorido em um lado da pilha. Isso mantém as pilhas fechadas hermeticamente. Ao remover o adesivo, a pilha de ar / zinco é ativada deixando o oxigênio entrar por seus pequenos orifícios. Portanto, você não deve remover os adesivos se não for usar a pilha. Recomendamos que você retire o adesivo e espere aproximadamente 2 minutos antes de inserir a pilha.

O que devo fazer se ouvir estalos ou zumbidos?

Verifique se há cera ou umidade no tubo auditivo ou no fone. Verifique se o tubo está danificado (alterações de cor, enrijecimento, rachaduras) e substitua-o se necessário. Se o problema persistir, procure seu profissional de saúde auditiva.

O que devo fazer se meu aparelho auditivo produz chiados?

Verifique se o fone foi colocado corretamente. Se este é o caso mas o problema persistir, procure seu profissional de saúde auditiva para checar seu ouvido.

O que fazer se eu tiver dor ou uma inflamação no ouvido?

Remova o aparelho auditivo e consulte seu profissional de saúde auditiva. Se o problema persistir, fale com seu médico.

O que são sistemas FM?

Sistemas FM são sistemas de comunicação wireless que consistem de um transmissor e um receptor de rádio. O transmissor é colocado próximo à fonte de som (TV/Radio/púlpito). As palavras são transmitidas de forma clara e direta ao aparelho auditivo sob a forma de sinais de rádio – sem ruídos de fundo ou eco.

Se você já possui um sistema FM e precisa de mais informações sobre como usar este sistema, consulte o manual de instruções do transmissor ou receptor FM, ou fale com seu profissional de saúde auditiva.

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